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SEXTA-FEIRA SANTA DO ANO 2003
PRIMEIRA ESTAÇÃO - Jesus é condenado à morte
QUARTA ESTAÇÃO - Jesus encontra sua Mãe
QUINTA ESTAÇÃO - Jesus é ajudado pelo Cireneu a levar a cruz
SEXTA ESTAÇÃO - Verónica limpa o rosto de Jesus
OITAVA ESTAÇÃO - Jesus encontra as mulheres de Jerusalém
NONA ESTAÇÃO - Jesus cai pela terceira vez
DÉCIMA ESTAÇÃO - Jesus é despojado das suas vestes
DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO - Jesus é pregado na Cruz
DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO - Jesus morre na Cruz DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO - Jesus é descido da Cruz
DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO - Jesus é depositado no sepulcro
O Santo Padre:
Em nome do Pai e do Filho e do
Espírito Santo.
Via-Sacra da
comunidade eclesial da Urbe
Via-Sacra do
vigésimo quinto aniversário do meu Pontificado
Também este
ano,
Via-Sacra,
Via-Sacra,
caminho de fé:
Noite de
Sexta-feira Santa,
Connosco está
também a Virgem Santa Maria.
nova Eva
junto da árvore da vida,
Mãe de
misericórdia,
Oremos: Alguns momentos de silêncio.
Olhai, Pai
Santo, R. Amen.
PRIMEIRA
ESTAÇÃO
V. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do Evangelho de S. Marcos 15, 14-15 Eles gritaram ainda mais: "Crucifica-O!". Pilatos, desejoso de agradar à multidão, soltou-lhes Barrabás e, depois de mandar açoitar Jesus, entregou-O para ser crucificado.
MEDITAÇÃO
A sentença de
Pilatos foi proferida sob pressão dos sacerdotes e da multidão. A
condenação à morte por crucifixão serviria para satisfazer as suas
paixões dando resposta ao grito: "Crucifica-O! Crucifica-O!" (Mc 15,
13-14; etc.). O pretor romano pensou que podia subtrair-se à
sentença lavando-se as mãos, como antes se desinteressara das
palavras de Cristo que tinha identificado o seu reino com a verdade,
com o testemunho da verdade (Jo 18, 38). Num caso e noutro, Pilatos
procurava conservar a sua independência, ficar de qualquer modo "de
fora". Mas, só na aparência... A Cruz, à qual foi condenado Jesus de
Nazaré (Jo 19, 16), tal como a sua verdade do reino (Jo 18, 36-37)
deviam tocar no mais fundo da alma do pretor romano. Tratou-se e
trata-se duma Realidade, diante da qual é impossível ficar de fora
ou à margem. O facto de Jesus, o Filho de Deus, ter sido interrogado
sobre o seu reino e por isso ter sido julgado pelo homem e condenado
à morte, constitui o princípio daquele testemunho final de Deus que
tanto amou o mundo (cf. Jo 3, 16). ACLAMAÇÕES
Jesus de
Nazaré, condenado à morte de cruz,
Jesus, Filho
de Deus, obediente à vontade do Pai
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Stabat
Mater dolorosa
SEGUNDA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do evangelho segundo São Mateus 27, 27-31 Então, os soldados do governador levaram Jesus consigo para o Pretório e reuniram junto d'Ele toda a companhia. Depois de O terem despido, envolveram-n'O em um manto encarnado. Teceram uma coroa de espinhos, que Lhe puseram na cabeça, e, na mão direita, colocaram-Lhe uma cana. Ajoelharam-se diante d'Ele e escarneceram-n'O dizendo: "Salve, ó rei dos Judeus!" Depois, cuspiram n'Ele e pegaram na cana e puseram-se a bater-Lhe com ela na cabeça. No fim de O terem escarnecido, despiram-Lhe o manto, vestiram-Lhe as suas roupas e levaram-n'O para O crucificarem.
MEDITAÇÃO
Começa a
execução, ou seja, a actuação da sentença. Condenado à morte, Cristo
tem de carregar a cruz, como os outros dois condenados que devem
sofrer a mesma pena: "Foi contado entre os malfeitores" (Is 53, 12).
Cristo aproxima-Se da Cruz, tendo todo o corpo terrivelmente
dilacerado e pisado, e com o sangue que da cabeça coroada de
espinhos Lhe escorre pelo rosto. Ecce Homo! (Jo 19, 5). N'Ele está
toda a verdade do Filho do Homem que os profetas predisseram, a
verdade sobre o Servo de Jahvé anunciada por Isaías: "Foi esmagado
pelas nossas iniquidades; (...) fomos curados nas suas chagas" (Is
53, 5). ACLAMAÇÕES
Cristo, Filho
de Deus,
Jesus, servo
do Senhor,
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Cuius
animam gementem,
TERCEIRA
ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do livro do profeta Isaías 53, 4-6 Eram os nossos males que Ele suportava, e as nossas dores que tinha sobre Si. Mas nós víamos n’Ele um homem castigado, ferido por Deus e sujeito à humilhação. Ele foi trespassado por causa das nossas culpas, e esmagado devido às nossas faltas. O castigo que nos salva, caiu sobre Ele, e por causa das suas chagas é que fomos curados. Todos nós, como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada qual o seu caminho. E o Senhor fez cair sobre Ele as faltas de todos nós.
MEDITAÇÃO
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
O quam
tristis et afflicta
QUARTA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do evangelho segundo São Lucas 2, 34-35.51 Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: "Ele foi estabelecido para a queda e o ressurgir de muitos em Israel, e para ser sinal de contradição; e uma espada Te há-de traspassar a alma. Assim se deverão revelar os intentos de muitos corações" (...) Sua mãe guardava no coração todas estas recordações.
MEDITAÇÃO
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Quæ
mærebat et dolebat,
QUINTA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do evangelho segundo São Mateus 27, 32; 16, 24 Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e requisitaram-no, para levar a cruz de Jesus. Jesus disse aos seus discípulos: "Se alguém quiser seguir-Me, renegue-se a si mesmo, pegue na sua cruz e siga-Me".
MEDITAÇÃO
Simão de
Cirene, designado para levar a Cruz (cf. Mc 15, 21; Lc 23, 26),
certamente não queria levá-la. Por isso teve de ser obrigado.
Caminhava ao lado de Cristo sob o mesmo peso. Emprestava-Lhe os seus
ombros, sempre que os ombros do condenado pareciam vacilar. Estava
perto d'Ele: mais perto do que Maria, mais perto que João, o qual,
embora sendo homem, não foi chamado para O ajudar. Chamaram-no a
ele, Simão de Cirene, pai de Alexandre e de Rufo, como refere o
Evangelho de S. Marcos. Chamaram-no, forçaram-no.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Quis est homo qui non fleret,
SEXTA
ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do livro do profeta Isaías 53, 2-3 O meu Servo cresceu (…) sem distinção nem beleza que atraia o nosso olhar, nem aspecto agradável que possa cativar-nos. Desprezado e repelido pelos homens, homem de dores, afeito ao sofrimento, é como aquele a quem se volta a cara, pessoa desprezível, da qual se não faz caso. Do livro dos Salmos 27/26, 8-9 Segredou-me o coração: "Procura a sua face!" É, Senhor, o vosso rosto que eu persigo. Não escondais de mim o vosso rosto, nem rejeiteis com ira o vosso servo. Vós sois a minha ajuda, o Deus da minha salvação.
A tradição
fala-nos da Verónica. Talvez aquela complete a história do Cireneu.
Na verdade, embora - mulher que era - não tenha levado fisicamente a
Cruz nem a isso tenha sido forçada, o certo é que esta Cruz com
Jesus, ela a levou: levou-a como podia, como lhe era possível fazer
naquele momento e como lho ditava o coração, isto é, enxugando o seu
Rosto.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Pro peccatis suae gentis
SÉTIMA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do livro das Lamentações 3, 1-2.9.16 Eu sou o homem que conheceu a miséria sob a vara do seu furor. Ele me guiou e me fez andar nas trevas e não na luz. (…) Embarrou meus caminhos com blocos de pedra, obstruiu minhas veredas. (…) Ele quebrou meus dentes com cascalho, mergulhou-me na cinza.
"Eu sou um
verme e não um homem, o opróbrio dos homens e a abjecção da plebe"
(Sal 22/21, 7): as palavras do profeta-salmista cumprem-se
plenamente nestas vielas estreitas e árduas de Jerusalém, durante as
últimas horas que antecedem a Páscoa. Sabe-se que estas horas, antes
da festa, são enervantes e que as estradas estão apinhadas. É neste
contexto que se cumprem as palavras do salmista, embora ninguém o
pense. Certamente não se dão conta disto aqueles que demonstram
desprezo à vista deste Jesus de Nazaré que cai pela segunda vez sob
a Cruz, tornando-Se para eles objecto de opróbrio.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Quis non posset contristari,
OITAVA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do evangelho segundo São Lucas 23, 28-31 Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes: "Mulheres de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos. Pois dias virão em que se dirá: "Felizes as estéreis, as entranhas que não tiveram filhos e os peitos que não amamentaram". Nessa altura, começarão a dizer aos montes: "Caí sobre nós", e às colinas: "Encobri-nos". Porque se fazem assim no madeiro verde, que será no madeiro seco?"
Eis o apelo
ao arrependimento, ao verdadeiro arrependimento, à compunção, na
verdade do mal cometido. Jesus diz às filhas de Jerusalém que
choram, ao vê-Lo passar: "Não choreis por Mim; chorai antes por vós
mesmas e pelos vossos filhos" (Lc 23, 28). Não se pode ficar pela
superfície do mal; é preciso chegar até ao fundo das suas raízes,
das causas, da verdade da consciência.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Tui Nati vulnerati,
NONA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do livro das Lamentações 3, 27-32 É bom para o homem suportar o jugo desde a sua juventude. Que esteja solitário e silencioso, quando o Senhor o impuser sobre ele; que ponha sua boca no pó: talvez haja esperança! Que dê sua face a quem o fere e se sacie de opróbrios. Pois o Senhor não rejeita para sempre: se Ele aflige, Ele se compadece segundo a sua grande bondade.
MEDITAÇÃO
"Humilhou-Se
a Si mesmo, feito obediente até à morte e morte de cruz" (Flp 2, 8).
Cada estação deste Caminho é uma pedra miliar desta obediência e
deste aniquilamento.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
DÉCIMA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do evangelho segundo São Mateus 27, 33-36 Chegados a um lugar chamado Gólgota, quer dizer «Lugar do Crânio», deram-Lhe a beber vinho misturado com fel. Mas Jesus, quando o provou, não quis beber. Depois de O terem crucificado, repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, e ficaram ali sentados a guardá-Lo.
MEDITAÇÃO
Quando vemos
Jesus sobre o Gólgota, despojado dos seus vestidos (cf. Mc 15, 24;
etc), o pensamento volta-se para sua Mãe: torna atrás, à origem
deste corpo, que já agora, antes da crucifixão, é todo ele uma chaga
viva (cf. Is 52, 14). O mistério da Encarnação: o Filho de Deus toma
o seu corpo do seio da Virgem (cf. Mt 1, 23; Lc 1, 26-38). O Filho
de Deus fala com o Pai, usando as palavras dum salmo: "Não quiseste
sacrifício nem oblação, mas preparaste-Me um corpo" (Sal 40/39, 7;
Heb 10, 5). O corpo do homem manifesta a sua alma. O corpo de Cristo
exprime amor para com o Pai: "Então Eu disse: Eis que venho (...)
para fazer, ó Deus, a tua vontade" (Sal 40/39, 9; Heb 10, 7). "Eu
sempre faço o que é do agrado d'Ele" (Jo 8, 29). Este corpo
despojado cumpre a vontade do Filho e a do Pai em cada chaga, cada
guinada de dor, cada músculo dilacerado, cada fio de sangue que
corre, o cansaço total dos braços, as pisaduras do pescoço e das
costas, uma terrível dor nas têmporas. Este corpo cumpre a vontade
do Pai, quando é despojado dos vestidos e tratado como objecto de
suplício, quando encerra em si a dor imensa da humanidade profanada.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Fac ut ardeat cor meum
DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do evangelho segundo São Mateus 27, 37-42 Puseram por cima da cabeça d'Ele um letreiro escrito com a causa da condenação: "Este é Jesus, o Rei dos Judeus". Foram então crucificados com Ele dois salteadores, um à direita e outro à esquerda. Os que passavam dirigiam-Lhe insultos, abanavam a cabeça e diziam: "Tu que demolias o Templo e o reedificavas em três dias, salva-Te a Ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!" De igual modo, também os sumos sacerdotes troçavam, juntamente com os escribas e os anciãos, e diziam: "Salvou os outros e a Si mesmo não pode salvar-Se! É Rei de Israel! Desça agora da cruz, e acreditaremos n'Ele".
MEDITAÇÃO
"Trespassaram as minhas mãos e os meus pés; posso contar todos os
meus ossos" (Sal 22/21, 17-18). "Posso contar...": palavras
verdadeiramente proféticas! É que este corpo é o preço dum resgate.
Um grande resgate é todo este corpo: as mãos, os pés, e cada osso.
Todo o Homem sujeito à máxima tensão: esqueleto, músculos, sistema
nervoso, cada órgão, cada célula, tudo posto na máxima tensão. "Eu,
quando for levantado da terra, atrairei todos a Mim" (Jo 12, 32).
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Sancta
Mater, istud agas,
DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi. Do evangelho segundo São Mateus 27, 45-50.54 A partir do meio-dia, houve trevas em toda a região, até às três horas da tarde. E, pelas três horas da tarde, Jesus bradou com voz forte: "Eli, Eli, lemá sabachthani", quer dizer, "Meu Deus, Meu Deus, porque Me abandonaste?" Alguns dos presentes ouviram e disseram: «Está a chamar por Elias». E logo um deles correu a pegar numa esponja, ensopou-a em vinagre, pô-la numa cana e deu-Lhe a beber. Mas os outros disseram: «Deixa lá! Vejamos se Elias vem salvá-Lo». E Jesus, dando novamente um forte brado, expirou. Entretanto, o centurião e os que estavam com ele de guarda a Jesus, ao verem o tremor de terra e o que estava a suceder, ficaram aterrados e disseram: «Ele era, na verdade, Filho de Deus».
MEDITAÇÃO
Eis o agir
mais alto, mais sublime do Filho em união com o Pai. Sim, em união,
na mais profunda união... precisamente quando grita: "Eloì, Eloì,
lema sabactàni?", "Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?" (Mc
15, 34; Mt 27, 46). Este agir exprime-se na verticalidade do corpo
estendido ao longo da trave perpendicular da Cruz com a
horizontalidade dos braços estendidos ao longo do madeiro
transversal. A pessoa que olha estes braços pode pensar com quanto
esforço eles abraçam o homem e o mundo.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Fac me
vere tecum flere,
DÉCIMA
TERCEIRA ESTAÇÃO
V/. Adoramus
te, Christe, et benedicimus tibi.
Do evangelho segundo São Mateus 27, 54-55 O centurião e os que estavam com ele de guarda a Jesus, ao verem o tremor de terra e o que estava a suceder, ficaram aterrados e disseram: «Ele era, na verdade, Filho de Deus». Estavam ali, a observar de longe, muitas mulheres, que tinham seguido Jesus desde a Galileia, para O servirem.
MEDITAÇÃO
Ao ver o
corpo de Jesus ser tirado da Cruz e colocado nos braços de sua Mãe,
diante dos nossos olhos repassa o momento em que Maria recebeu a
saudação do anjo Gabriel: "Hás-de conceber no teu seio e dar à luz
um filho, ao qual porás o nome de Jesus. (..) O Senhor Deus
dar-Lhe-á o trono de seu pai David (...) e o seu reinado não terá
fim" (Lc 1, 31-33). Maria disse apenas: "Faça-se em mim segundo a
tua palavra" (Lc 1, 38), como se desde então tivesse querido
exprimir o que está a viver agora.
Todos:
Pater noster,
qui es in cælis;
Vidit suum
dulcem Natum
DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO
V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
Do evangelho segundo São Mateus 27, 59-61 José pegou no corpo de Jesus, envolveu-o num lençol limpo e depositou-o no seu túmulo novo, que tinha mandado escavar na rocha. Depois, rolou uma grande pedra para a porta do túmulo e retirou-se. Entretanto, estavam ali Maria de Magdala e a outra Maria, sentadas em frente do sepulcro.
MEDITAÇÃO
Desde que o
homem, por causa do pecado, foi afastado da árvore da vida (cf. Gn
3, 23-24), a terra tornou-se um cemitério. Há tantos homens como
sepulcros. Um grande planeta de túmulos. ACLAMAÇÕES
Jesus Senhor,
nossa ressurreição,
Jesus Senhor,
nossa esperança,
Quando
corpus morietur
BÊNÇÃO Apostólica
V/.
Dominus vobiscum.
V/.
Sit
nomen Domini benedictum.
V/.
Adiutorium nostrum in nomine Domini.
V/.
Benedicat vos
omnipotens Deus,
© Copyright 2005 - Libreria Editrice Vaticana
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